quarta-feira, 21 de maio de 2014

Escalda pés, os benefícios para o organismo.

Na correria da vida atual, o desgaste provocado pelo uso de saltos altos, por muitas horas em pé ou trabalhando sentados em frente a um computador, sem movimentar as pernas, é natural ao final do dia sentirmos um enorme cansaço nas pernas e nos pés. E a maioria de nós esquece de cuidados básicos e simples, que podem ajudar a revigorar o corpo e permitir o relaxamento necessário para recompor as energias. Poucas pessoas lembram, por exemplo, que os pés são a base de sustentação do corpo e que, tratando-os de maneira correta, é possível obter sensação de bem- estar e benefícios para todo o organismo. Algo simples e sem mistérios - o escalda pés, uma receita da época de nossas avós, é ideal para combater a sensação de pés cansados e sofridos após um dia inteiro de trabalho. Também é possível - e recomendável - incluir sais de banho, ervas, óleos vegetais ou essenciais. Pode-se, ainda, diluir arnica para reduzir o inchaço ou acrescentar sal grosso para desintoxicação.
Além disso, colocar no fundo do recipiente onde será realizado o escalda-pés, algumas pedrinhas ou bolinhas de gude, proporciona uma boa massagem na planta dos pés. Basta pressioná-los sobre estes pequenos objetos.
Esta receita tradicional ajuda a aliviar a pressão dos pés, descansar as pernas, reduzir calos e aliviar o stress do dia-a-dia. Mas ela vai além, pois de acordo com a técnica chinesa da acupuntura, nos pés estão cerca de 70 mil terminações ou pontos nervosos que estão associados aos diversos órgãos do corpo humano. A pressão e o aquecimento desses pontos causam um reflexo imediato no equilíbrio energético de todo o corpo.
O ritual pode ser feito em casa ou em uma clínica especializada, por profissionais, que, neste caso, também incluem sons, chás, máscaras e uma massagem nos pés.

 A cura pela água
Conhecida como um dos meios mais eficazes de cura, a água é um veículo de calor ou frio, que aplicada ao corpo opera modificações que atingem os sistemas nervoso e circulatório, produzindo o equilíbrio térmico do organismo.
Desde os tempos mais remotos, os antigos já colocavam os pés na água com a finalidade de descansar e recuperar a saúde. Essa forma caseira de relaxamento, evoluiu e hoje diversas clínicas especializadas em tratamentos de terapia corporal já oferecem esta modalidade de atendimento para seus clientes, nos tratamentos de hidroterapia. O escalda-pés é utilizado para relaxamento, insônia, excitação nervosa, irritabilidade, impaciência, problemas respiratórios, e depressão.
Este recurso simples e eficaz pode ser feito em casa diariamente, após um dia de trabalho estressante.
Receita de escalda-pés
Mergulhar os pés numa bacia com água quente (entre 38°C e 46°C), até a altura dos tornozelos, funciona como um santo remédio contra o estresse. Para completar essa terapia calmante, a aromaterapeuta Eliane Dornellas, da Companhia das Ervas, em São Paulo, recomenda acrescentar na água:
Óleo essencial - Pingue algumas gotas na água da bacia. Essências de eucalipto e menta combatem cansaço e livram as pernas da sensação de peso; lavanda e tea tree ajudam a relaxar. Também curam frieiras, pois são fungicidas, bactericidas e cicatrizantes.
Sal - duas colheres de sopa de sal na água quente proporcionam sensação de leveza nos pés, pois ajudam a drenar o excesso de líquidos e reduzir o inchaço. Repetir esse escalda-pés três vezes por semana também combate infecções causadas por fungos.
  
Mas ATENÇÃO !!!
O escalda pés tem algumas contra indicações: 
Não pode ser feito em pessoas portadoras de Diabetes (devido a falta de sensibilidade tatil dessas pessoas, é contra-indicado, pois podem se queimar com a água quente e não perceberem...), arteriosclerose ou doença de Buerger (doença que afeta os vasos sanguíneos das mãos, braços, pernas e pés, provocando o seu inchaço (vasculitis) e impedindo a circulação do sangue (isquemia, um problema circulatório).

Um alívio.......a 4000 anos!
Datado de 4.000 a.C., o escalda-pés era utilizado pelos antigos para descansar e aliviar os pés depois de longas caminhadas. Hoje em dia o método continua a ser utilizado, e não só por aqueles que caminham: o escalda-pés pode ser um grande aliado dos corredores.
“Os pés são verdadeiras colunas de sustentação de nosso corpo, merecem atenção especial. Os atletas os têm como ferramenta de trabalho e precisam estar atentos a esta parte do corpo”, diz a fisioterapeuta estética Sueli Marini, que faz tratamentos para corredores e praticantes de outros esportes com a ajuda do escalda-pés.
O escalda-pés tradicional é composto por uma tina de carvalho com água quente, na qual são adicionadas ervas relacionadas ao tipo de tratamento que a pessoa quer fazer. A fisioterapeuta explica que a terapia é simples e pode ser feita em casa.
As ervas e sais adicionados referem-se a quais tipos de dores a pessoa sente e se quer tratamento relaxante ou estimulante. Sueli cita as principais ervas e seus efeitos:
Ervas Contribui para:
Arnica -Diminuir a dor
Calêndula e manjericão - São ervas anti-sépticas e antibctericidas, combatem frieiras

Guine - Diminuir dores nas articulações
Arruda - Ativar a circulação
Sal grosso - Dominuir os edemas
Cravo, canela e alecrim - Estimular
Lavanda, erva cidreira e camomila - Relaxar, estimular o sono
Contra o nervosismo das competições

Ruben Sandoval é assistente administrativo e corre há cinco anos, porém em competições há apenas dois. Usa o escalda-pés neste mesmo período: “Recupera fisicamente, mas também contribui para diminuir a tensão pré-prova, quando fico nervoso e preocupado, só pensando na hora da largada. O tratamento ajuda a relaxar e aumenta a confiança”, afirma.
O corredor conclui com uma dica para quem pretende começar o tratamento: “O ideal é fazer o escalda-pés um dia antes da competição e outro dia depois, para iniciar a nova etapa de treinamentos renovado”.

Como fazer
 Em uma bacia comum, deve-se adicionar água suficiente para que os pés fiquem submersos pelo menos até a altura da panturrilha
A temperatura da água deve estar entre 36 e 40ºC
As ervas, ou sal grosso, devem ser escolhidos de acordo com as necessidades da pessoa (ver quadro ao lado)
Os pés devem ficar cerca de 15 minutos dentro do escalda-pés, massageando-os com o auxílio das folhas
Para os atletas, a médica garante que adicionar sal grosso é fundamental, pois diminui as dores
O tratamento deve ser feito pelo menos duas vezes por semana, de preferência à noite, quando podem ser adicionadas as folhas que favorecem o sono
Para os corredores, o escalda-pés alternado: 
Menos de 24 horas após a lesão, coloque os pés em uma bacia com água o mais fria possível
Eles devem ficar submersos por cerca de cinco minutos
Ai sim, passar para o escalda-pés quente, no mesmo esquema descrito acima, e, em seguida, voltar para a água fria. “O banho alternado comprime os vasos do pé com o frio e os dilatam com o calor, estimulando o corpo para uma recuperação mais rápida. Após este procedimento deve-se massagear os pés com pomada ou creme à base de cânfora e arnica”, completa a médica.

Receita Básica de escalda-pés
Mergulhar os pés numa bacia com água quente (entre 38°C e 46°C), até a altura dos tornozelos por, pelo menos, 15 min; e se quiser acrescente na água:
Sal - duas colheres de sopa de sal na água quente proporcionam sensação de leveza nos pés, pois ajudam a drenar o excesso de líquidos e reduzir o inchaço.
Repetir esse escalda-pés três vezes por semana também combate infecções causadas por fungos.
Óleo essencial - Pingue algumas gotas ( 15 em média para 2 litros de água)  na água da bacia.
Essências de eucalipto e menta combatem cansaço e livram as pernas da sensação de peso;
Arnica ou óleo de laranja na água são utilizados há séculos para reduzir o inchaço;
lavanda e tea tree ajudam a relaxar. Também curam frieiras, pois são fungicidas, bactericidas e cicatrizantes.

Nossos pés têm uma importância fundamental para nosso corpo e nossas vidas.
Fortes e ao mesmo tempo delicados, eles estão expostos a um esforço incrível: estimam-se mais de 20 mil passos por dia e uma carga diária de 100 toneladas!!!Por isso merecem todo nosso cuidado e carinho!Coloque uma meia logo depois, para não pegar friagem e perder todos os benefícios alcançados...

Escalda-pés para relaxar o corpo e a mente
Como recuperar as energias e vencer o cansaço e o stress do dia-a-dia? Simples: mergulhe os pés em uma bacia com sais dissolvidos, óleos aromáticos e plantas medicinais em água quente e relaxe sem pressa.
Colocar os pés em água quente com sal e ervas parece coisa de vó, mas o escalda-pés está cada vez mais presente nos principais spas que reconhecem, aplicam e indicam pelos benefícios ao corpo já comprovados.
Os músculos do corpo e a cabeça sentem alívio imediato, graças aos sais e ativos naturais dissolvidos juntos ao calor da água que dilata os poros, ativa a circulação e relaxa a mente, dando uma agradável sensação de bem-estar.
Para entender melhor o “bem-estar” pós escalda-pés, é importante saber que os sais dissolvidos em água fazem uma “limpeza energética” ao descarregar toda a tensão elétrica do corpo; resultado: relaxamento e alívio do stress utilíssimo para as mentes cosmopolitas normalmente cheia de preocupações.”

As sábias avós japonesas
 Banho localizado com propriedades curativas, é um remédio popular conhecido de todas as sábias avós do Japão.Aconselhado em casos de insônia, resfriado, má circulação ou simplesmente em friagens de inverno, ele tem inúmeras variações.Um dos métodos mais fáceis é jogar um balde de água bem quente sobre os tornozelos e os pés após o banho.A água deve estar em temperatura mais alta do que a do banho.
O escalda-pés de água salgada é outra opção.Basta acrescentar um pouco de sal marinho a uma bacia, onde os pés serão mantidos por dez minutos, enquanto se repousa tranqüilamente em uma cadeira.A água deve ser conservada o mais quente possível, acrescentando-se novas quantidades de vez em quando, para reforçar.
O escalda-pés final envolve duas bacias, uma com água bem quente - mantida como foi descrito acima - e outra com água fria.Sente-se em uma cadeira e alterne a imersão dos pés nas duas vasilhas, deixando-os ficar de trinta a sessenta segundos em cada uma delas.Esse ritual de ida e volta será repetido por cerca de quinze minutos, até o corpo se sentir aquecido.
Em caso de resfriado, tome uma xícara de banchá com uma umeboshi durante o escalda-pés.Qualquer dessas variações deve ser realizada antes de dormir.Para estímulo e aquecimento adicionais, use as receitas do banho de mostarda, de crisântemo ou de gengibre, diminuindo a quantidade dos ingredientes para um escalda-pés especial.

Escalda-pés com Bolas de Gude
 O calor excessivo, trânsito infernal e o estresse que chega para acabar com a nossa paciêcia deixando-nos nervosos. A terapia escalda-pés é ótima para retirar todas essas tenções do dia a dia. Mas não precisamos ir a uma casa de estética para conseguirmos desistressar, você pode fazer em casa o método conhecido escalda-pés com bolinhas de gude.
Pegue uma bacia e enche de água quentinha, coloque as bolinhas (quanto mais melhor) e pingue algumas gotas de óleo essencial de lavanda, aroma de ajuda a relaxar. Obs: Todas as bolinhas de gude devem ser azuis e verde, cores que fazem fluir as energias do corpo e trazem paz e serenidade.

Relaxa e estimula a circulação sanguínea
O escalda-pés é um método relaxa, estimula a circulação sanguinea dos membros inferiores, alivia o estrese o cansaço acumulado.
A prática milenar pode ocorrer da forma mais básica de toda, como mergulhar os pés em uma bacia que leva apenas água quente e sal que é indicado para reduzir o inchaço, e até fazer uso de receitas mais elaboradas ou de aparelhos industriais com a mesma finalidade.
Veja abaixo 2 dessas receitas:
- Com óleos essenciais:
Ingredientes:
Bacia/ ou mini-ofurô
Água quente
Óleo essencial de lavanda e alecrim
Sal grosso e Bolinhas de gude
Modo de Preparo:
Em uma bacia, ponha a água quente e coloque as bolinhas de gude, que servirão de estímulos para os pontos reflexos.
Use 2 gotas de óleo essencial de lavanda, que tem propriedades relaxantes, e 2 gotas de óleo essencial de alecrim, que além de revigorar, ira desodorizar os pés que ficarão com uma agradável sensação de frescor.
Coloque os pés na água e, em seguida, acrescente o sal grosso, que ativará a circulação. Enxugue bem os pés e depois promova uma breve massagem para que o relaxamento seja completo.
- Com pétalas e sais de banho:
Usar elementos de fricção, como bolinhas de gude, pedras de rio ou até mesmo grãos de feijão cru, promovem uma massagem suave.
Ingredientes e Separe:

- Bacia baixa e larga
- Água aquecida a uma temperatura de até 37 graus
- Algum elemento de fricção
- Óleos essenciais com finalidade de relaxamento.
- Menta e eucalipto combatem a sensação de peso nas pernas.
- A essência de lavanda é própria para relaxar.
- Sais ou espuma de banho
- Pétalas de rosas, que perfumam e amaciam a pele
Modo de preparo:
Coloque os elementos de fricção na bacia. Em seguida, coloque a água quente, os óleos essenciais, sais de banho e, por último, as pétalas.
Verificar se a temperatura da água está adequada, emergir os pés e, se necessário, ir adicionando a água quente para manter a temperatura. O tempo de duração é de  20 a 25 minutos.

Fonte: http://www.todos-os-sentidos.com.br
      

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Casamento à indiana

Antes mesmo de todos entrarem no local onde será o casamento escutam-se tambores de uma música alegre: é o noivo que está chegando. Vestido de branco, o noivo e sua família chegam dançando. Enquanto isso, a espera da noiva prova que a cerimônia indiana começa muito antes do que se imagina.
Considerado um dos 50 melhores fotógrafos da cidade de Nova York por revistas especializadas, Daniel Krieger já fotografou muitos casamentos indianos. “Amo fotografar casamentos indianos porque eles são mais coloridos e as cerimônias têm mais detalhes”, diz Daniel. Ele explica que normalmente o casamento indiano começa um dia antes, quando a mão da noiva é pintada com desenhos de henna.
“É o chamado Mendhi, quando a henna é aplicada nos pés e nas mãos da noiva e de alguma outra mulher da família”, conta. Daniel, que acompanha a noiva durante essa sessão, explica que os desenhos em henna são feitos um dia antes, para que tenha tempo de secar até a cerimônia (veja fotos na galeria) .
No outro dia, os convidados entram no local da cerimônia junto com o noivo. A noiva entra depois, vestida com um sári vermelho decorado com fios de ouro, e ambos rumam para uma estrutura de quatro pilares que fica no meio do local do casamento. “É como um coreto e representa uma casa para eles se casarem. O mais interessante sobre essa estrutura é que ela também existe em cerimônias judaicas, mas são chamadas de Chupah”, afirma Daniel.
“A cerimônia costuma ser mais longa que o comum de um casamento ‘ocidental’. Ultrapassa os 90 minutos”, lembra o fotógrafo. Em boa parte da cerimônia os noivos ficam sentados um de frente para o outro e mantêm contato visual o tempo inteiro.

Fonte: www.delas.ig.com.br
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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Mês das Noivas

A instituição casamento surgiu entre os romanos antigos. Antes disso, os casais se uniam sem grandes formalidades. Roma, com seu sistema de normas e costumes, difundiu a prática social do contrato matrimonial, que garantiam a transmissão dos bens para os descendentes legítimos.

Na Idade Média, a livre escolha do futuro cônjuge deu espaço aos acordos pré-estabelecidos pelos chefes de família. Esses ?negócios? eram selados com um ritual comandado pelo pai da noiva. Ele lia à beira do leito nupcial os termos da transferência da tutela da filha para o noivo em troca de uma quantia de dinheiro ou de bens. Depois, o casal ficava nu para que fossem avaliadas suas condições de procriação.

O enlace matrimonial ganhou o status de sacramento no século 9. Nessa época, a Igreja Católica, que até então se mantinha distante, passou interferir no casamento, estabelecendo um código de ética e moral. Foi no Concílio de Trento (1545-1563), na Itália, que surgiu a regulamentação hoje em vigor.

Por influência dos próprios católicos, maio se tornou o mês das noivas. A escolha está ligada à festa de consagração de Maria, mãe de Jesus. A comemoração do Dia das Mães, no segundo domingo, também contribuiu para a associação com as noivas, apesar de não haver na Bíblia passagens ou citações específicas sobre o assunto.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o mês campeão de casamentos é dezembro, o segundo preferido é setembro e em terceiro lugar está maio. A explicação é simples: em dezembro o trabalhador recebe o 13º salário, férias e outros benefícios.

www.guiadoscuriosos.com.br

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dia do Trabalho: Orientações Importantes.

No dia 1º de maio é comemorado internacionalmente o Dia do Trabalho. A data começou a ser reivindicada ainda em 1886, em Chicago, por meio de uma manifestação que exigia direitos trabalhistas, como a redução da jornada de trabalho para 8 horas. Essa e outras manifestações que ocorreram no período ficaram conhecidas como a Revolta de Haymarket.
Anos depois, em outras diferentes cidades, mais manifestações com o mesmo propósito começaram a ocorrer e, em 1919, o senado francês ratificou a jornada de 8 horas de trabalho e proclamou o dia 1º de maio como feriado, em homenagem aos acontecimentos em Chicago. No Brasil, essa data teve maior importância após a criação da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, promulgada em 1º de maio de 1943.
luta pelos direitos trabalhistas sempre marcou essa data, conferindo aos trabalhadores uma homenagem por sua dedicação diária. Conheça abaixo alguns dos direitos trabalhistas que são de grande importância para o empregador e para o empregado.
Legalidade:
Independente do tempo que o funcionário passa em sua empresa, ele precisa estar legalizado. Isso inclui, além do salário, direito a férias a cada ano trabalhado com adicional de um terço do salário, décimo-terceiro e depósito do FGTS mensal. Além disso, o empregador é responsável pelo INSS, que, embora recolhido do empregado, deve ser repassado ao Governo. No caso de emprego temporário, o ideal é optar por contratos com prazo determinado ou contratação terceirizada.
Direitos extras e benefícios:
Alguns direitos exigidos por lei, como cesta básica e o vale-transporte, são de obrigatoriedade do empregador e podem ser descontados do salário, como o transporte (no valor de 6% referente ao salário). No caso do empregador dar benefícios para seus funcionários: cuidado! Qualquer benefício habitual passa a ser considerado parte do salário, não sendo permitido retirá-lo. Sendo assim, qualquer bonificação eventual deve ser tratada como esporádica e emitida com recibo.
Férias e gravidez:
Todo empregado tem direito a 30 dias de férias com adicional de um terço da remuneração. Isso também vale para comissões, horas trabalhadas e número de tarefas realizadas, sendo feita uma média do pagamento realizado nos últimos 12 meses. No caso da gravidez, quem paga o salário durante a licença-maternidade (120 dias) é o INSS, e, durante a gravidez, a empregada tem direito a sair em qualquer horário do expediente – mediante atestado médico – para realizar exames ou consultas sem descontos no salário.
Trabalho fora da carga-horária:
Qualquer trabalho feito fora das 8 horas diárias é considerado hora extra e tem um preço mais alto. Aos sábados e dias úteis, é necessário acrescentar 50% ao valor do pagamento habitual. Nos domingos e feriados, esse valor dobra para 100%.
Demissão:
Para evitar problemas, é preciso documentar todos os direitos trabalhistas e quitar todas as pendências: salário, férias vencidas, décimo-terceiro proporcional, multa de 40% no FGTS e aviso prévio. No caso de demissão por justa causa, o funcionário não recebe as férias vencidas e nem tem direito de sacar o fundo de garantia.
Fonte: www.blogdominusauditoria.com.br