sexta-feira, 20 de setembro de 2013

SP ganha Bike Café com chuveiros e oficinas

Localizado na zona oeste de São Paulo, o Aro 27 Bike Café é um estabelecimento que tem por objetivo não só atender aos ciclistas, mas também incentivar os paulistanos a adotarem as bicicletas como meio de transporte. Situado a 50 metros da estação Pinheiros, o local é uma mistura de oficina e loja de acessórios para bikes com bar e restaurante, que, entre refeições e bebidas, também oferece estacionamento e duchas para os ciclistas.
O crescimento do transporte alternativo em São Paulo foi um dos principais fatores que impulsionaram a criação do estabelecimento, que disponibiliza aos clientes diversos serviços importantes, ainda raros na cidade. “Com estacionamento e chuveiro, damos oportunidade de as pessoas chegarem impecáveis ao trabalho, e, ainda, durante o dia, ficarem tranquilas quanto à segurança das suas bikes”, explicou ao CicloVivo Fábio Samori, proprietário do Aro 27. As duchas instaladas no estabelecimento funcionam com energia solar, e 80% da iluminação vem de lâmpadas LED.
 O estabelecimento também reproduz uma atmosfera envolvente para fazer com que mais pessoas adotem as bikes como meio de transporte. “Como estamos numa área de muitos escritórios, no horário do almoço a casa fica lotada, principalmente por um público que ainda não pedala”, revela Samori. Em contrapartida, o espaço conta com um acervo, com diversas publicações que abordam as bicicletas. “Estamos plantando ‘ciclo sementes’”, completa.
 Para os clientes que já pedalam, o Aro 27 vem se tornando ponto de referência na cidade. Enquanto esperam suas bikes saírem do conserto, revezam o tempo entre refeições e conversas com outros ciclistas. Além disso, o local comercializa acessórios e equipamentos que dificilmente são encontrados nas bicicletarias convencionais da cidade. “Toda a equipe que trabalha no Aro é envolvida com bike. Respiramos isso. Assim, o Aro é um espaço para se encontrar, para comer, para ter como ponto de apoio”, explica Samori.

Disputando espaço com outros nomes dos negócios das bicicletas em São Paulo – como Tag and Juice e Las Magrelas – o Aro 27 é um notório exemplo do mercado que se fortalece com os novos padrões de mobilidade urbana. No estabelecimento, a política é garantir aos clientes (ciclistas ou não) uma nova proposta de negócio, em que o atendimento e a necessidade do cliente são mais importantes do que o lucro. “A bicicleta deve ser encarada como parte da resolução dos problemas de mobilidade das cidades. Quem acreditar nisso e apostar na bicicleta agora, certamente estará investindo em algo rentável e positivo para o planeta e às pessoas”, finaliza o empreendedor.
Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo
www.ciclovivo.com.br

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Pesquisa revela que música complexa é preferência.

Dizer “Esta música é muito boa” ou “Nossa! Que música horrível” é muito comum. Todos têm seus gostos particulares e rejeitam artistas e bandas que fogem das preferências pessoais. Mas uma pesquisa publicada no periódico científico BMC Research Notes revela que talvez haja um padrão. Segundo o artigo, as pessoas tendem a gostar das músicas que soam “complexas” aos ouvidos, mas que são “decifráveis e armazenadas” pelo cérebro, como as composições eruditas. O autor do estudo, Nicholas Hudson, biólogo da Australian Commonwealth Scientific and Industrial Research Organization, disse que o cérebro comprime a informação musical como um software de computador faz com um arquivo de áudio: ele identifica padrões e remove dados desnecessários ou redundantes. A música clássica, por exemplo, pode parecer complexa para quem ouve, mas o cérebro consegue encontrar padrões para o trabalho de compressão. 
 Pouca coisa é descartada. Hudson usou programas de compressão de músicas para imitar como o cérebro age e usou músicas que já haviam sido analisadas em um estudo de 2009 que mediu como 26 voluntários curtiam músicas de diferentes gêneros musicais como clássico, jazz, pop, folk, eletrônica, rock, punk, techno e tango.

Entre as músicas que o biólogo escolheu, “I should be so Lucky”, da Kylie Minogue, foi comprimida a 69,5% de seu tamanho original; “White Wedding”, do Billy Idol, foi diminuída a 68,5%; e a Terceira Sinfonia do Beethoven foi reduzida a 40,6% do seu tamanho inicial. O cérebro, como o software encontraram mais padrões na música do compositor alemão. Com as outras músicas, ele teve pouco trabalho de compressão, pois o resto foi “jogado fora”. Fazendo uma comparação, as músicas mais “comprimíveis” foram aquelas escolhidas como as mais agradáveis no estudo de 2009.

Mas por que nosso cérebro gosta mais das músicas que o fazem trabalhar mais para comprimi-las? “É da nossa natureza sentir mais satisfação ao atingir uma meta quando a tarefa é mais difícil. As coisas fáceis trazem um prazer superficial. As músicas mais simples, com poucos padrões de compressão, rapidamente ficam irritantes e deixam de ser estimulantes”, disse Hudson. Essa é uma explicação para aquela sensação de enjoar rapidamente de uma música. O teste também incluía barulhos aleatórios que só puderam ser comprimidos a 86%. O resultado foi que esses sons causaram indiferença e tédio nas pessoas.

Já foi dito que música clássica ajuda a memória, ajuda o foco nos estudos e pode até deixar as pessoas mais inteligentes. Este é mais um estudo que comprova a qualidade da música clássica, mas, como diz o ditado: gosto não se discute. [No entanto, no que diz respeito à música sacra, princípios se discutem e estão acima dos gostos pessoais. – MB]

fonte: http://www.criacionismo.com.br/2011/03/cerebro-prefere-musica-classica.html







quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Produtos de limpeza ecológicos - Receitas de como fazer os próprios produtos!





























E eu que pensava em pesquisar produtos de limpeza que fossem mais ecológicos nas prateleiras do supermercado, descobri uma maneira muito mais ‘sustentável’! Encontrei receitas de como fazer seu próprio produto de limpeza ecológico!
Ajude a minimizar o impacto que causamos no planeta, faça seus próprios produtos de limpeza. Além de contribuir para saúde da Mãe Terra, você também fará uma boa economia. Confira e veja a diferença no fim do mês!”

Sabão líquido para louça
  • 2 litros de água
  • 1 sabão caseiro ralado
  • 1 colher de óleo de rícino
  • 1 colher de açúcar.
Ferver todos os ingredientes até dissolver e engarrafar.
Detergente ecológico
  • 1 pedaço de sabão de coco neutro
  • 2 limões
  • 4 colheres de sopa de amoníaco (que é biodegradável)
Derreta o sabão de coco, picado ou ralado, em um litro de água. Depois, acrescente cinco litros de água fria. Em seguida, esprema os limões. Por último, despeje o amoníaco e misture bem. Guarde o produto resultante em garrafas e utilize-o no lugar dos similares comerciais. Você obterá seis litros de um detergente que limpa, não polui, cujo valor econômico é incomparavelmente menor do que o do similar industrializado.
Detergente ecológico multiuso
  • Água
  • Vinagre
  • Amônia líquida (amoníaco)
  • Bicarbonato de sódio e ácido bórico
Em um litro de água morna (cerca de 45º c), coloque uma colher de sopa de vinagre, uma colher de sopa de amoníaco, uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma colher de sopa de bórax ou ácido bórico. O utilize em qualquer tipo de limpeza, em substituição aos multiusos convencionais. Ou como qualquer produto de limpeza convencional, mantenha os detergentes ecológicos fora do alcance de crianças e animais domésticos. Fonte: planeta na web.
Desinfetante para banheiro
  • 1 litro de álcool (de preferência 70º)
  • 4 litros de água
  • 1 sabão caseiro
  • Folhas de eucalipto
Deixar as folhas de eucalipto de molho no álcool por 2 dias. Ferver 1 litro de água com o sabão ralado, até se dissolver. Juntar a água e a essência de eucalipto. Engarrafar.
Amaciante de roupas
  • 5 litros de água
  • 4 colheres de glicerina
  • 1 sabonete ralado
  • 2 colheres de sopa de leite de rosas.
Ferver 1 litro de água com o sabonete ralado até se dissolver. Acrescentar mais 4 litros de água fria, as 4 colheres de glicerina e as 2 colheres de leite de rosas. Mexer bem até misturar e depois engarrafar.
Desodorante de ambiente: Pode ser substituído por uma solução de ervas com vinagre ou suco de limão. Além de gastar menos dinheiro, você vai estar evitando produtos responsáveis pelo aumento de doenças respiratórias e alergias.Fonte: WWF Brasil.
Para limpar vidros e tirar gordura: Use uma solução de vinagre ou limão diluídos em água.
No lugar da naftalina: A naftalina afeta o fígado e os rins, utilize sachês com flores de lavanda em seu lugar.
Fontes: Greenpeace; WWF; IFIL

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O Remédio que vem das flores - Terapia natural e reequilibrante




Você já ouviu falar em terapia floral? Já usou ou sabe o que é? É uma terapia, muitas vezes, complementar aos tratamentos médicos, psicológicos, psiquiátricos, fisioterápicos, entre outros, reforçando e estimulando a cura possível. Outras vezes, as essências florais tem qualidades de cura especifica e são usadas como o único recurso terapêutico.

São preparados líquidos, naturais e artesanais, muitas vezes feitos através de infusões de flores silvestres ou do campo.
A cura oferecida pelas essências florais não é semelhante a dos remédios ou tratamentos alopáticos. Os florais não são remédios, não possuem contra indicação e não substituem os tratamentos médicos. Sua ação ocorre através dos nossos campos de consciência, de nossos campos sutis de energia e assim estimulando a nossa saúde.

Podemos dizer que os florais restabelecem o nosso equilíbrio, nosso eixo e assim promovem a relação sadia entre nossa alma e nossa personalidade.
Com isso, nossos talentos, dons, potenciais e virtudes que estavam inoperantes ou adormecidos em nossa essência espiritual vem a tona passando a reger a nossa vida diária.

Se você acha que tudo isso é conversa fiada ou milagre, experimente. Você vai se surpreender com o poder das flores!

Patricya Travassos escreve todas as quintas-feiras no site do GNT

domingo, 15 de setembro de 2013

Blog DIVIRTA-CE ENTREVISTA GRUPO BAGACEIRA

Com 13 anos de existência e 13 espetáculos na trajetória, o coletivo teatral cearense celebra patrocínio da Petrobras com nova peça circulando pelo interior e cumprindo temporada em Fortaleza.

LEIA ENTREVISTA COM O ATOR ROGÉRIO MESQUITA

Um dos grupos de teatro de maior sucesso do Ceará se prepara para estrear um novo espetáculo no próximo domingo, em Itarema. O Bagaceira, com sua trajetória de 13 anos de existência e com essa 13ª montagem, garantiu, através da estética e conteúdo dos seus roteiros e temas, da particularidade de suas interpretações e a circulação dos seus espetáculos, reconhecimento do público, elogios da crítica e o patrocínio da Petrobras. Um dos integrantes do grupo, que esteve no fim de semana participando da Mostra de 20 anos do Festival Nordestino de Teatro, em Guaramiranga, o ator e produtor Rogério Mesquita conversou com o DIVIRTA-CE e falou das conquistas e da difícil batalha que é viver de arte no Ceará. 

DIVIRTA-CE - Como surgiu o teatro em sua vida e como foi o começo do Grupo Bagaceira?
ROGÉRIO MESQUITA -
Eu comecei a fazer teatro na escola, mas nunca pensei nisso como profissão. Até que em 1997, no terceiro ano, fui fazer uma oficina com Walden Luiz, numa escola ao lado da minha. Nesse mesmo ano eu estreei meu primeiro espetáculo, “As Novas Aventuras de Pedro Malasartes”. Três anos depois eu conheci o Yuri Yamamoto, no curso Princípios Básicos, com Paulo Ess, no Teatro José de Alencar. O Paulo me convidou para um grupo chamado Dionísios, que o Yuri fazia parte, e foi lá que formamos o Bagaceira, que é fruto do encontro de diversos artistas, como Luisa Torres, Isabela Cavalcante, Lívia Guerra, Rafael Martins, sendo a primeira formação do grupo no ano 2000. O Bagaceira já tem 13 anos e eu tenho 16 anos de teatro.

DIVIRTA-CE  – Hoje vocês contam com patrocínio da Petrobras, mas acredito que a luta foi grande para continuar apostando nessa vida de ator. Quais foram as maiores dificuldades, as situações mais inusitadas e as grandes loucuras que vocês já passaram nesses 13 anos de história? Alguma vez você pensou em desistir?
ROGÉRIO MESQUITA –
Querer viver de arte no Brasil já é uma grande loucura! Nossa sorte é que desde o começo os integrantes foram acreditando e investindo no grupo. O patrocínio da Petrobras consagrou a trajetória do Bagaceira. Já gastamos “milhões de reais” para viajarmos para o nosso primeiro festival de teatro, em Presidente Prudente (MG), onde apresentamos “Lesados”, nosso primeiro espetáculo de longa duração. Foi a primeira vez que saímos do Ceará com um espetáculo nosso, conhecemos pessoas de outros estados.  

DIVIRTA-CE – Desde então vocês viajam por todo o Brasil com o Bagaceira. Qual o espetáculo do grupo que mais circulou pelo país?
ROGÉRIO MESQUITA –
A peça “Lesados” abriu portas - fomos a vários festivais em Belo Horizonte, São Luís, Belém. Mas acho que “Realejo” foi o espetáculo que mais circulou, pois participamos do Palco Giratório do Sesc, projeto que patrocina a turnê pelo país todo. Também fizemos “Meire Love” durante três meses por todo interior de São Paulo. Hoje a peça que está cumprindo temporada por diversas cidades é “Por que a gente não é assim? Por que a gente não é assado?”, nosso espetáculo de rua, que desde sua montagem, em 2011, participou de vários festivais e vem circulando bastante.  

DIVIRTA-CE – Vocês acabam de participar da Mostra de 20 anos do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Como é a relação do grupo Bagaceira com o evento?
ROGÉRIO MESQUITA –
Acho que todos que fazem teatro no Ceará querem participar do Festival de Guaramiranga de alguma maneira. A primeira vez que participamos foi em 2001, numa mostra de esquetes apresentada à meia noite, chamada TeAto. Participamos da Mostra Competitiva em 2004 com “Lesados”, em 2005 com “Realejo”, também apresentamos a peça “Pornográficos”. Em 2008 estivemos no Festival com “Meire Love” e também estreamos o espetáculo “Tá namorando! Tá namoraconsistentes. É ótimo ter um olhar de fora sobre o nosso trabalho, uma interlocução sobre o que nós estamos fazendo. O que nos motiva a participar do festival é fluir a produção e fomentar pensamento. O evento foi importante até para a formação do grupo Bagaceira.

DIVIRTA-CE – A edição 2013 do Festival de Teatro de Guaramiranga também recebem nesta sexta a última peça que vocês lançaram, “A mão na face”...
ROGÉRIO MESQUITA - .
.. sim, essa peça vem de um texto do Rafael Martins. Escrito há mais de dez anos, que também está publicado no livro “Lesados e outras peças”. Ano passado estávamos envolvidos na montagem do espetáculo patrocinado pela Petrobras, “Interior”, que lançaremos no mês que vem, e o Sesc nos convidou para uma leitura dramática de textos inéditos do Rafael, e um deles era o “A mão na face”. Chamamos os atores Démick Lopes, do Bagaceira, e a Marta Aurélia. Acumulamos dois turnos, um de dia, fazendo a pesquisa do “Interior” e outro à noite, fazendo a montagem de “A mão na face”. A peça “A mão na face” fala sobre dois “seres” da noite, uma cantora de cabaré prostituta e uma travesti, que se encontram no camarim de um cabaré. Ela horrorosa, cansada da vida, saindo do palco, e a travesti, ingênuo, se preparando para entrar – esse encontro da ilusão com a desilusão, com figuras que podem remeter ao universo de Plínio Marcos.

DIVIRTA-CE– Fale sobre a peça “Interior”, que conta com o patrocínio da Petrobras e que vocês irão estrear este mês... qual será o tema desse novo espetáculo do grupo Bagaceira? Como é dividir o trabalho de ator com a produção?
ROGÉRIO MESQUITA –
“Interior” partiu de um projeto chamado “Incerto”, peça que fizemos em 2010 comemorando os 10 anos do grupo. Nesse processo de criação, perguntamos a cada integrante “qual o assunto que mais te interessa?” e “por que você faz teatro?”. Esse projeto, que foi aprovado pela Petrobras, partiu da seguinte questão: “como um grupo artístico, de uma cidade do interior, de um estado como o Ceará, faz arte? Por que? O que motiva esse grupo?”. Fizemos uma residência artística em quatro cidades do interior: Tauá, Icó, Itarema, onde trabalhamos com grupos locais, e no sertão de Beberibe, com as dramistas de lá. Primeiro fomos sozinhos, e depois com o ator francês Maurice Durozier. Ele trabalha muito com essa tese “o teatro é o outro”. Fizemos um intercâmbio muito grande com esses grupos e com o Maurice no ano passado e começamos a terminar o texto em 2013. Trabalhamos nessa peça nova um pouco da nostalgia, mas sem glamourizar o interior. O patrocínio da Petrobras garantiu a manutenção dos atores do Bagaceira por dois anos – na nossa proposta para o edital, temos um ano para fazer pesquisas e um ano para montar o espetáculo. Na verdade, o artista no Brasil e em várias partes do mundo, precisa ser prodos.GA


DIVIRTA-CE – Como você avalia a escolha do jornalista Paulo Mamede e o que atores cearenses como você esperam do novo secretário de cultura do Ceará?
ROGÉRIO MESQUITA –
O que falta na Secretaria de Cultura é menos cargo partidário e mais pensamento em prol da cultura, em prol de uma política pública que permaneça, que atravesse gestões, senão ficaremos a mercê de um pensamento equivocado como deste último secretário, que teve uma inoperância catastrófica quando pensamos no mercado cultural que o Ceará poderia ter.

DIVIRTA-CE– Quando será a estreia de “Interior” e onde serão as próximas apresentações do grupo Bagaceira?
ROGÉRIO MESQUITA –
“Interior” vai circular pelas quatro cidades onde fizemos a pesquisa para a peça, vai estrear no dia 22 de setembro em Itarema e depois seguimos para Tauá, Icó e Bereribe. Em Fortaleza o espetáculo irá estar em cartaz nos sábados e domingos de outubro e novembro, na Casa da Esquina (Rua João Lobo Filho, 62 – Bairro de Fátima), sede do grupo Bagaceira. Mês que vem também participaremos do Festival Isnard Azevedo, em Florianópolis, com nosso espetáculo de rua, “Por que a gente não é assim? Por que a gente não é assado?”.
Fonte: http://www.divirta-ce.blogspot.com.br/2013/09/entrevista.



sábado, 7 de setembro de 2013

Iracema Guardiã

A Iracema Guardiã, como é conhecida estátua da índia Iracema, está localizada na Av. Beira mar. Foi construída em homenagem a famosa índia do romance homônimo de José de Alencar.
A personagem foi instituída como ícone cultural a partir de Dezembro de 2011. O desenho da estátua foi feito pelo artista plástico Zenon Barreto.