domingo, 27 de abril de 2014

Cabelos: 10 toques para o loiro perfeito

1. Fuja do aspecto sujo 
O cabelo loiro que parece oleoso na raiz e seco nas pontas tem explicação. Em contraste com o comprimento claro e as pontas desbotadas, a raiz crescida denuncia um visual desleixado e aparentemente sujo – por isso acertar na escolha da cor é tão importante. Os tons harmônicos, que combinam com pele, olhos e cor natural do cabelo, não causam tanta estranheza. O cabelo “laranja”, segundo explica Sérgio G., do Studio W, também transmite essa impressão de oleosidade e peso. “Fica alaranjado na raiz e ressecado na ponta", diz. 


2. Temei o “amarelo ovo” 
Se o tom alaranjado é ruim, o que dizer do “amarelo ovo”? Parece gema de ovo mesmo, daí a brincadeira com o nome. Segundo Juha Antero, colorista do salão MG Hair, o problema está na falta de pigmento cinza na coloração. "Dessa forma, a tintura não neutraliza muito bem o amarelo, deixando a cor forte e artificial", diz. A hair stylist Cynthia Hanning, do salão Éclat, aponta outros fatores que contribuem para o resultado terrível: descoloração em cabelos muito escuros para ultraclaros e falta de manutenção da cor. A dica para fugir desse aspecto – ou reverter o mal feito – é pedir para que o cabeleireiro limpe a oxidação e refaça a cor. Depois desse trabalho concluído, invista em produtos com filtro para proteger a tintura. 



3. Sim ao bronzeado, não ao cabelo verde 
A regra é clara: cabelo descolorido + piscina = mechas esverdeadas. O cloro da água, que reage à pigmentação do cabelo loiro, detona os fios e a cor. Para não acabar com a cabeça esverdeada, use produtos específicos com proteção anticloro. Juha dá uma dica simples e caseira: "molhe os fios com água da torneira antes de mergulhar na piscina. Isso ajuda a diluir a entrada de cloro", conta. Ele também indica o uso de xampu de limpeza profunda e máscara hidrante pelo menos uma vez por semana, principalmente no verão. Agora, se o seu cabelo adquiriu o tom esverdeado no inverno, a resposta pode ser outra: uso de pigmentação errada. "O esverdeado surge quando se misturam os tons acizentados com dourados. Opte por um ou por outro", explica Branca di Lorenzo, do salão Crystal Hair.


4. Em busca do loiro chique 
Todos os profissionais concordam em um ponto: o loiro chique é aquele que parece natural – e não confunda parecer natural com fingir que é loira desde criancinha. Para virar uma blonde girl sofisticada e cheia de estilo, a harmonia deve prevalecer. Afinal, não adianta ter o cabelo dourado como o da atriz da novela se ele não combinar com olhos, cor da pele e textura dos fios. O melhor a fazer é consultar um profissional para decidir qual é o tom de loiro ideal para você – e acredite, são centenas de possibilidades. Juha adianta: "o loiro mais moderno tem a raiz apagada e mais escura, próxima do tom natural”, conta ele, referindo-se ao degradê Two.
5. Cuidado com o loiro brega 
Trata-se do descolorido monocromático, também conhecido como "loiro oxigenado" ou “loiro de farmácia”. Por não apresentar nuances ou tons complementares, o mínimo de raiz escura salta aos olhos, daí o aspecto vulgar. Além da cor inadequada, as “loiras de farmácia” tendem a apresentar fios ressecados e arrebentados, por conta da falta de técnica ou qualidade do produto. A dica aqui é simples: procure um cabeleireiro profissional. Transformações radicais – como do castanho para o loiro – nunca devem ser feitas em casa. Para você ter uma vaga ideia da complexidade de uma descoloração, o colorista profissional é assim chamado porque entende muito de componentes químicos, reações possíveis e balanço de cores. Uma verdadeira arte! 



6. Loirice não é para todas 
Segundo Juha, "todas as mulheres podem clarear o cabelo, mas nem todas ficam bem loiras" – e se insistir, vai parecer falso, forçado e envelhecido. Uma morena de pele oliva, por exemplo, tende a ficar deslumbrante com mechas douradas, mel e caramelo. Já o loiro platinado funciona com poucas. “É preciso já ter o cabelo loiro, a pele branca quase rosada e olho claro”, conta Sergio G. 

7. Olhe antes para as suas sobrancelhas 
Elas denunciam a verdadeira cor do cabelo, mas até aí, problema nenhum. "O contraste das sobrancelhas pode ser muito interessante e até mesmo sensual, como as divas Brigitte Bardot e Marilyn Monroe, lindas e com sobrancelhas escuras", responde Cynthia. Problema mesmo é quando a mulher não “segura” esse estilo, daí pode parecer “sem noção”. Contudo, sinal de alerta mesmo acende para as sobrancelhas grossas e cheias. Nesse caso, a conquista de um visual harmonioso fica ainda mais difícil. Se pode clarear? Pode, mas não deve. Branca e Juha dizem que em poucos casos é possível realizar um clareamento gradual nas pestanas. "Não é fácil e pode acabar sendo um desastre", alerta ele. 

8. As famosas no pedestal... 
Os cabelos de Fernanda Lima e Guilhermina Guinle entram na lista de Sergio G entre os mais incríveis. Na onda dos “loiros naturais”, Adriane Galisteu e Luana Piovani estão entre as preferidas de Juha, enquanto Charlize Theron foi a celebridade internacional mais bem cotada entre os profissionais. "A pele clara, os olhos claros e traços finos combinam bastante com cabelos muito loiros", explica Cynthia. 

9. ... E os piores looks do tapete vermelho 
Donatella Versace e Paris Hilton são ótimos exemplos de como não tingir suas madeixas. "Paris exagera na descoloração. O loiro dela é mais surfista e às vezes a raiz fica muito aparente”, diz Cynthia. A melhor opção para Paris seria trabalhar com nuances sobrepostas, ao invés de uma cor chapada. Símbolo do “over”, Donatella Versace extrapola o limite do estiloso e peca ao desfilar com a pele estranhamente alaranjada em contraste com o cabelo quase branco. 


10. A hidratação é a sua melhor amiga
 
Anote aí: ser loira custa caro. Após acertar na escolha da cor, você terá que empregar tempo e dinheiro para a manutenção do visual – caso contrário, todo o bom trabalho será perdido. Como o cabelo loiro reflete muita luz, as imperfeições ficam mais aparentes, por isso é preciso lançar mão de hidratação, uma vez por semana, e cauterização, em intervalos regulares, conforme indicação. 

Fonte: www.delas.ig.com.br


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Existem vários tipos de Yoga, um deles certamente é o seu!

Fazer yoga (ou ioga, como se escreve em português) está na moda. O problema é que, com a proliferação desta técnica milenar que veio da Índia, as opções de multiplicaram, criando uma salada de nomes que muitas vezes desanima quem quer começar a mexer o corpo. Afinal, que tipo de yoga escolher?

"Nenhuma linha é melhor ou pior do que a outra" , afirma o professor Pedro Kupfer, especializado em ashtanga yoga. "O importante é conhecer as características de cada estilo, os pontos fortes e as recomendações. Assim, você escolha uma que combine bem com o seu perfil e os seus objetivos".É importante saber, também, que a maior parte das variações ensinadas hoje em dia são ramificações do Hatha Yoga, que trabalha bastante a parte física durante a aula. Existem ainda outros tipos de prática, que têm a meditação ou a devoção como foco.

Apesar das diferenças, todas as linhas seguem as oito orientações que caracterizam os ensinamentos e acabam se transformando em um modo de vida:

Yamas viver seguindo um padrão ético de vida 
Nyama auto-disciplina 
Ásanas posturas físicas 
Pranayamas - controle da respiração 
Pratyahara - observação consciente, sem envolvimento dos sentidos 
Dharana estado de concentração 
Dhyana - meditação 
Samady a consciência plena, a libertação final 

Com a ajuda de vários professores, montamos uma ficha técnica dos principais tipos de ioga. Confira a seguir as dicas de Pedro Kupfer, , que ensina a modalidade ashtanga, Gnana Dhatha, instrutor de Raja Yoga, Cristina Collares, instrutora da Hatha Yoga, Anderson Allegro, professor de Power Yoga e Clara Fiore, instrutora de Iyengar e praticante do Ramamani Iyengar Memorial Yoga Institute (RIMYI).

Hatha Yoga este é o estilo mais popular de yoga no Ocidente. Tem o foco na saúde do corpo, sem tanto aprofundamento filosófico. O objetivo é trabalhar mente e espírito por meio do corpo. Gerou dezenas de ramificações e estilos em todo o mundo. 
Combina com quem: prefere um foco maior no corpo. 
Como é a aula: varia bastante de acordo com o professor, alguns deixam a prática mais leve, com movimentos mais lentos e suaves enquanto outros puxam mais pela força e alongamento, mas todas terminam com o relaxamento (yoganidra) no final. 
Benefícios: melhora do condicionamento físico, força e flexibilidade, além da saúde em geral. Ajuda a aumentar a capacidade de concentração. 

Ashtanga Yoga uma ramificação do Hatha, criada pelo indiano Sri K. Pattabhi Jois, que ainda ensina a técnica na região de Mysore, na Índia. É das práticas mais vigorosas atualmente, trabalhando com seis séries fixas, que vão sendo aprendidas progressivamente, exigindo um grau cada vez maior de força, flexibilidade e consciência.
Combina com quem: tem resistência para atividades físicas e práticas bem fortes e que gosta de trabalhar o corpo. 
Como é a aula: prepare-se para suar muito. Com exceção das aulas conduzidas, cada aluno faz sua série no seu próprio ritmo, com ajustes e correções feitos pelo professor. A prática une posturas concatenadas, que começam com a saudação ao sol e evolui para seqüências em pé e no chão, todas seguindo o ritmo de um tipo de respiração forte (ujay), que produz um som característico das aulas de ashtanga. 
Benefícios: O suor aqui tem o objetivo de desintoxicar o organismo, enquanto a respiração forte ajuda a aquecer o corpo internamente, renovando o sangue e ajudando a prevenir lesões. A prática traz muita força, flexibilidade e equilíbrio, além de melhorar a concentração e alinhar a musculatura e as articulações. 

Iyengar Yoga - desenvolvido pelo indiano B.K.S. Iyengar (que foi aluno do mesmo mestre do criador do ashtanga), é também uma ramificação do Hatha. A principal característica do método é o conceito de que o alinhamento do corpo desperta experiências escondidas, tornando conscientes os condicionamentos que moldam as nossas estruturas musculares. (veja aqui um treino de laongamento para fazer em casa)
Combina com quem: é mais detalhista e prefere uma prática intensa, porém com mais foco na postura do que na repetição. 
Como é a aula: as posturas são feitas com a ajuda de acessórios como cintos, almofadas e blocos e exigem bastante permanência em cada posição. Durante esse período, o professor alinha o corpo do aluno corretamente. 
Benefícios: ótima para pessoas que querem combater a má postura e até para quem possui problemas motores. 

Power Yoga outra ramificação do Hatha, também bem vigorosa, combina movimentos fortes com respiração dinâmica, aliando posturas do yoga com exercícios e movimentos extras.
Combina com quem: gosta de treinos mais fortes e busca melhorar o condicionamento físico, além da flexibilidade e força.

Como é a aula: faz transpirar bastante e exige um bom condicionamento. Começa com uma série de aquecimentos, seguidos de posições básicas intercaladas pelas seqüências de manutenção do aquecimento. No final da prática, têm vez os exercícios que ajudam na assimilação dos efeitos e relaxam o corpo. 
Benefícios: aumenta a força, resistência e flexibilidade, aumenta a capacidade de atenção e concentração e a ajuda a alinhar músculos e articulações. 

Kundalini Yoga durante muitos anos foi considerada uma prática secreta. Tem por objetivo a subida da kundalini (energia que fica adormecida na base da coluna, no primeiro chakra, e que vai subindo junto com a expansão da consciência do indivíduo). 
Combina com quem: quem busca um trabalho não só físico mas também espiritual e energético, que procura a expansão da consciência. 
Como é a aula: utilizam-se tanto as posturas (asanas) quanto as respirações (pranayamas), contrações (bandhas), exercícios de limpeza das mucosas (kryias), gestos com as mãos (mudras) e os mantras, além de um foco forte na meditação. Os professores muitas vezes usam branco e os movimentos fluem com suavidade o que não quer dizer que não exijam força. 
Benefícios: A prática costuma limpar e revigorar o organismo, fortalecendo e alongando o corpo. Equilibra os sistemas nervoso e glandular, sincronizando-os com a rede de meridianos, chakras e corpos energéticos. 

Raja Yoga meditação é a palavra-chave deste tipo de yoga, cujo significado é real, da realeza . Seu objetivo é o desenvolvimento espiritual do indivíduo e não tem foco no esforço físico. 
Combina com quem: é mais introspectivo, gostam ou quer aprender a meditar e não faz questão de uma atividade física mais forte. 
Como é a aula: o foco é o domínio das ondas mentais e a meditação, combinada com posturas. 
Benefícios: ótima para insônia, para acalmar a mente e aumentar a concentração 

Fonte: www.minhavida.com.br

terça-feira, 8 de abril de 2014

O que é um Vegano?


O Girassol é o símbolo da sociedade vegana mais antiga do  mundo.
A "The Vegan Society", da Inglaterra.

Veganismo é uma opção de vida de pessoas que por razões éticas (relacionadas ao respeito aos direitos animais) prescindem do uso de qualquer produto de origem animal na sua vida cotidiana.

Simplificando: Um vegano é uma pessoa que não apenas diz que ama os animais.
O que um vegano não faz:
* Um vegano não come nenhum produto de origem animal. Sim, isso inclui frango, peixe, leite, ovos, gelatina, cochonilha (Você sabia que usam esses insetos na sua comida?)…
* Um vegano não usa roupas feitas com couro, peles, lã, seda…
* Um vegano busca boicotar empresas que façam testes com animais.
* Um vegano não vai a circos, zoológico, touradas, rodeios ou qualquer forma de entretenimento que utilize animais.
* Um vegano não compra animais de estimação, afinal, amigos não se compram.

O que um vegano não é:
* Como os direitos animais são uma evolução dos direitos humanos, um vegano não é racista, machista, xenófobo ou homofóbico.
* Um vegano não é um hippie natureba.
* Um vegano não é um neurótico por saúde que fica contando calorias. Veganos não estão “de dieta”.
* Um vegano não é uma pessoa desequilibrada que busca utlizar os animais por ter péssimas relações com outros humanos.

Mas afinal o que os veganos são?

* Os veganos são advogados, médicos, filósofos, antropólogos, biólogos, físicos, engenheiros, designers, estudantes, desempregados, empresários…
* Os veganos são pessoas pacíficas, pois defendem os Direitos Humanos, assim como os Direitos Animais.
* Os veganos podem ter qualquer religião, qualquer credo, qualquer orientação sexual, qualquer estilo.
* Os veganos, assim como você, são pessoas muito preocupadas com o aquecimento global, com a violência, com a pobreza, com a falta de empregos e com as crianças de rua.

E o que eles podem fazer?
* Veganos podem comer todos os alimentos de origem vegetal – cereais, frutas, legumes e verduras – e cogumelos.
* Veganos podem comer fast-food, tomar refrí, comprar alimentos industrializados ou mesmo transgênicos. Mas, é claro, veganos adoram discutir essas questões e sempre têm uma opinião formada.
* Veganos podem beber! Ah, a não ser aquela tequila com vermes.
* Veganos podem fazer sexo. (E com uma vantagem: a super dieta afrodisíaca vegana).
* Veganos podem ir ao cinema, ao teatro, a parques, museus…
* Veganos podem adotar animais, devem esterilizá-los e dar a eles muito amor e proteção.

Por que devo ser vegano?
A decisão de se tornar vegano não precisa ocorrer da noite para o dia (é ótimo quando ocorre): ela pode começar com uma possibilidade, ir amadurecendo e enfim se concretizar.
Se quero assumir uma postura de respeito aos animais, não há outro caminho. Assim, a decisão de se tornar vegano começa com uma tomada de consciência: é moralmente errado explorar os animais (independentemente de se com ou sem dor).
Tornamo-nos veganos quando nos damos conta de que é errado pensar e agir como se os animais fossem nossa propriedade. Onde se legitimaria esse pressuposto de que animais são produtos a nosso dispor?
Devo ser vegano se entender que é uma obrigação moral não usar os animais, sendo assim o veganismo a única opção ética de quem se deu conta de que os animais não nos pertencem.
Primeiros passos: www.SejaVegano.com.br
Fonte: www.vista-se.com.br

domingo, 6 de abril de 2014

O que é reflexologia podal


Reflexologia consiste no estudo dos efeitos reflexos no organismo humano. Ela considera que certas regiões do corpo denominadas de plexos nervosos são interligadas a órgãos e também a outras partes do corpo. E quando estes plexos nervosos são estimulados podem restabelecer o bom funcionamento de sua área de interligação correspondente. Esta estimulação também pode ser obtida através manipulação nos pés para fins terapêuticos. E é baseado nesta premissa que poderemos entender melhor o que é Reflexologia Podal.

O que é Reflexologia Podal

Conhecida também como Reflexoteraia, a Reflexologia Podal também e uma terapia complementar que se utiliza da manipulação dos pés, através de estimulação em pontos precisos (potos reflexos) encontrados em zonas específicas dos pés para tratamento de distúrbios orgânicos e desequilíbrios emocionais.


Esta terapia parte do principio que todo nosso corpo está representado na zona dos pés.
Ponto reflexo nada mais é que concentrações de terminações nervosas. E quando estas terminações são estimuladas através de uma pressão local, uma área do corpo correspondente ao ponto pode ser beneficiada por tal estimulo. Com esta técnica é possível ativar os processos curativos do próprio corpo.

História:

Convém não estabelecer qual cultura descobriu a Reflexologia. Relatos indicam que várias civilizações da Antiguidade como Egípcios e Chineses já praticavam algo parecido com métodos similares a esta técnica.
Já em meados do século XV países Europeus, como Alemanha e Inglaterra já aplicavam estudos sobre Reflexologia, denominada na época como “terapia de zonas”. E fontes indicam que primitivos da América Central e do Norte também já tratavam suas doenças pelos pés.

Mas foi em 1917 que o Otorrinolaringologista, Dr. Willian Fitzgerald, publicou seu livro chamado “Terapia de Zonas”, determinando a posição de órgãos e áreas do corpo nos pés. Seus estudos possibilitaram a outra importante figura na história da Reflexologia, Dr. Joseph S. Riley , desenvolver diagramas detalhados sobre pontos reflexos localizados nos pés.
Entretanto a maior contribuição veio da assistente do Dr. Joseph S. Riley, a fisioterapeuta americana Eunice Inghan. Ela foi responsável por separar os trabalhos sobre áreas reflexas, mapeando os pés como um mapa de todo o corpo. Ela passou a orientar seus trabalhos terapêuticos de acordo com este mapa. Por muito tempo ela complementou todo o conhecimento existente com sua própria experiência. Com isto foi possível aperfeiçoar a teoria dos reflexos dos pés. Este trabalho rendeu dois livros: “Histórias que os pés podem contar” e “Histórias que os pés contaram”.
Como identificar os pontos nos pés que correspondem aos órgãos e áreas do corpo?
Com auxílio dos Mapas de Reflexologia Podal é possível identificar regiões e pontos reflexos específicos nos pés, bem como as partes do corpo correspondentes.


Mapa da Reflexologia Podal


A partir dos pontos indicados no mapa podemos estimular determinada área do pé que consequentemente também estimularemos sua área corporal correspondente. Esta estimulação ajuda a aliviar o estresse, a dor e a tensão muscular, entre outros benefícios para saúde.
Para conhecer mais os benefícios da Reflexologia Podal para sua saúde, sugerimos que leia o seguinte artigo:


Fonte: www.peperfeito.com.br

terça-feira, 1 de abril de 2014

Benefícios da hidroginástica para gestantes




A hidroginástica é um tipo de atividade que cresceu muito e vem atraindo cada vez mais adeptos. Mais dinâmica do que a natação, é um tipo de ginástica dentro da água, que atua focando nas articulações sem a necessidade do domínio de técnicas de respiração e nado. Ela traz vários benefícios para a saúde e pode ser praticada por pessoas de todas as idades. As gestantes são um grupo bastante presente nesse tipo de atividade, que é indicada para ajudar nesse período tão delicado da mulher. A hidroginástica trabalha a mente e o corpo da mãe, trazendo bem-estar a ela e ao bebê, sendo mais do que uma simples aula de ginástica. Antes de começar a ter aulas de hidroginástica, a gestante precisa passar por um médico para receber autorização. E o mais importante: deve estar com no mínimo 4 meses de gestação.

Se não apresentar gravidez de risco, pode permanecer nas aulas até o fim da gestação e continuar de forma gradual após o parto.
Agora vamos aos maiores benefícios:
- Fortalecimentos dos músculos (inclusive os abdominais), articulações e flexibilidade, evitando ganho de peso excessivo e problemas nos joelhos e na coluna vertebral;
- Melhora da circulação sanguínea e cardiorrespiratória, evitando varizes, inchaço e deixando a gestante mais relaxada, segura, e com menos retenção de líquido;
- Regulagem do sono, que se torna mais tranquilo;
- Equilíbrio
Os exercícios ajudam o bebê a ter um desenvolvimento sadio dentro do útero e a mãe a ter uma gravidez mais agradável.
Fonte: www.freewords.com.br 

    www.guiadebairrosfortaleza.com.br